
A Força de um Abraço e o Fim da Invisibilidade
No abraço entre mãe e filho reside a mais pura declaração de resistência. Contra a indiferença do mundo, a presença materna permanece inabalável.
Mães de filhos atípicos. Ignoradas, sozinhas, mas presentes. Damos voz ao que o mundo finge não ver.
Um projeto editorial e documental fundado por Adalgiza Baptista para romper o silêncio, documentar a realidade das famílias e construir uma rede viva de acolhimento mútuo.

Pela sociedade, pelas estruturas urbanas e pelas conversas públicas. Rompemos a barreira da indiferença para tornar visível o que é propositadamente esquecido.
No peso dos cuidados diários, na escassez de recursos e na solidão emocional. Construímos uma rede onde nenhuma mãe atípica precisa de caminhar desamparada.
Inabaláveis no amor, na resistência diária e na defesa intransigente dos seus filhos. A presença materna atípica é uma força que transforma a realidade.
Iniciativa fundada e conduzida por Adalgiza Baptista.
Ignoradas
Sozinhas
Mas presentes.
“Damos voz ao que o mundo finge não ver.”
Ser mãe de uma criança atípica é enfrentar barreiras diárias que vão muito além dos cuidados médicos: é o isolamento imposto pelo preconceito, a escassez de apoios e a invisibilidade institucional.
Este espaço existe para documentar a realidade sem artifícios, registrar a dignidade das famílias e reunir mães que recusam a solidão. Não pedimos complacência: exigimos visibilidade e respeito.
Retratos genuínos de mães que sustentam o cuidado diário e enfrentam a indiferença social com afeto incondicional.

No abraço entre mãe e filho reside a mais pura declaração de resistência. Contra a indiferença do mundo, a presença materna permanece inabalável.

Nos pequenos trajetos e nos gestos quotidianos de carinho revela-se a dedicação invisível de quem cuida todos os dias sem interrupção.

Ao recusar a invisibilidade, Adalgiza Baptista colocou a sua determinação ao serviço de todas as mães que partilham a mesma caminhada solitária.

Transformando uma vivência pessoal numa causa coletiva de visibilidade, dignidade e acolhimento.
O projeto Mães Invisíveis nasceu da coragem e do olhar de Adalgiza Baptista. Ao vivenciar a maternidade de um filho atípico, compreendeu que o isolamento que sentia não era uma circunstância rara, mas sim o reflexo de uma sociedade que habitualmente desvia o olhar.
Recusando o silêncio, Adalgiza decidiu dar a cara e a voz por todas as mulheres que cuidam em solidão. O movimento não procura comiseração nem complacência, mas sim o pleno reconhecimento dos direitos, da dignidade e do valor social das mães e dos seus filhos.
“Dar visibilidade às mães que carregam nos braços os filhos e nos ombros o silêncio do mundo.”
Se és mãe de um filho atípico ou desejas apoiar ativamente a nossa causa, entra na nossa comunidade. Juntas, damos voz ao que o mundo finge não ver.