O Projeto Mães Invisíveis
Uma iniciativa documental e humana que desafia a indiferença social, dando voz, dignidade e rede a quem cuida todos os dias sem descanso.

Por que nasceu o Mães Invisíveis?
Na maioria das sociedades, o nascimento de um filho atípico ou com deficiência desencadeia um processo silencioso de afastamento. As mães assumem, frequentemente sozinhas, uma rotina de dedicação total que as afasta do mercado de trabalho, da vida social e dos espaços de lazer.
Ao enfrentar essa vivência diária, Adalgiza Baptista recusou a ideia de que o silêncio e o isolamento devessem ser o destino inevitável destas famílias. O projeto Mães Invisíveis surge precisamente dessa recusa: para afirmar que ignorar não faz desaparecer a realidade.
“IGNORAR NÃO FAZ DESAPARECER”
Mães de filhos atípicos: ignoradas, sozinhas, mas presentes. Damos voz ao que o mundo finge não ver.
Mais do que documentar a dor, o projeto celebra a força extraordinária de quem cuida. Queremos que cada mãe olhe para a sua própria história com orgulho, sabendo que a sua dedicação é um ato inestimável de humanidade.
Os Eixos Estruturais do Movimento
A nossa atuação divide-se em quatro pilares fundamentais para transformar a perceção social sobre a maternidade atípica.
Registo Documental
Captar a realidade sem filtros, através de fotografia e vídeo documental que retratam a ternura, o cansaço e a verdade diária das famílias.
Rede de Acolhimento
Proporcionar um espaço seguro e comunitário onde mães possam partilhar desafios, recursos e apoio emocional sem medo de julgamentos.
Sensibilização Pública
Desafiar o estigma social e confrontar a sociedade com a urgência de inclusão e respeito para com as mães de crianças atípicas.
Defesa da Dignidade
Afirmar que cuidar não é apenas um encargo doméstico, mas uma contribuição social vital que merece reconhecimento cívico e institucional.
Uma Plataforma Viva ao Serviço das Mães
O Mães Invisíveis está a estruturar novas frentes de documentação e articulação comunitária. Sob a coordenação contínua de Adalgiza Baptista, a plataforma continuará a expandir as suas histórias, estudos e diálogos institucionais.
